segunda-feira, 27 de agosto de 2012

i think people doesn't know love.. love kills you. love is the most powerful thing you have. but it kills you in such a slowly way.. and i'm almost dead. but i think i can't wait for it to kill me. i need him to kill me. right now. please. i know he loves me.  i know it. but i know he's a coward. he's fucking afraid of fucking everything. but i can't. i've waited over a year. he killed me once, twice, so many times over a year. i can't do it anymore. i can't keep dying this way. i need him to kill me. and if he ever loved me, he should do it. because there's nothing left. there's nothing left of him. there's nothing left of me. i tried to be strong. but it's too much. it has always been to much, but it's already time. there's nothing waiting for me. i've so many dreams, so many wills and i know nothing will get real, ever. i know it's all over. and i just don't want to ve here anymore. i've never thought i would right another suicide letter, but here i am. i just want you all to know that love is not a beautiful thing. or finding your soulmate is not amazing. it's the worst that could ever happen to you. it was the worst thing that happened to me. i'm no one right now. or like he used to say, i'm a nobody. i'm worthless, i'm pathetic, i'm hopeless. my friends were amazing. they're all amazing, one for one. my parents are amazing. they fought, they worked so hard. and i'm sorry. i'm sorry to all my friends. i'm sorry to my parents. i'm sorry to my little sister. and i'm sorry for my aunt. i didn't want you to go through this once again. i'm sorry. i'm sorry zini. i love you so much. you became all i've ever wanted, all i've ever dreamt. but it is too late. please be happy. please, you all be happy. and diogo. you were the one i've truly loved. you were the one i wanted to spend my life with. you were my person. i'm sorry if it was too much. you stole my heart, you played with it and then you threw it away. but i love you. i will always love you. always. no matter what. and i want you to be happy. but it's over. i'm done with all of this. i'm done with my life. good-bye you all. have a great life. enjoy it please. be happy. for me. be happy.
i don't fucking know what to do with my life. i don't even know if i want to keep living. i can't do this anymore. i can't spend another year like this. why the fuck did you do that? i told you this was our last chance. i told you! stop pushing me away, stop doing this when i do everything for you. when i push myself over the limit just for you to be fine. but it's over... this was the last time. you'll never talk to me again. you'll never touch me again. it's all over.
and what's so wrong with me? that you can leave so easily?
KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME.KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME.KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME. KILL ME.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Stay with me, baby stay with me,
Tonight don't leave me alone.
Walk with me, come and walk with me,
To the edge of all we've ever known.

I can see you there with the city lights,
Fourteenth floor, pale blue eyes.
I can breathe you in.
Two shadows standing by the bedroom door,
No, I could not want you more than I did right then,
As our heads leaned in.

Well, I'm not sure what this is gonna be,
But with my eyes closed all I see
Is the skyline, through the window,
The moon above you and the streets below.
Hold my breath as you're moving in,
Taste your lips and feel your skin.
When the time comes, baby don't run, just kiss me slowly.

Stay with me, baby stay with me,
Tonight don't leave me alone.
She shows me everything she used to know,
Picture frames and country roads,
When the days were long and the world was small.

She stood by as it fell apart,
Separate rooms and broken hearts,
But I won't be the one to let you go.

Oh, I'm not sure what this is gonna be,
But with my eyes closed all I see
Is the skyline, through the window,
The moon above you and the streets below.

Hold my breath as you're moving in,
Taste your lips and feel your skin.
When the time comes, baby don't run, just kiss me slowly.

Don't run away...
And it's hard to love again,
When the only way it's been,
When the only love you know,
Just walked away...
If it's something that you want,
Darling you don't have to run,
You don't have to go ...

Just stay with me, baby stay with me,

Well, I'm not sure what this is gonna be,
But with my eyes closed all I see
Is the skyline, through the window,
The moon above you and the streets below. Don't let go
Hold my breath as you're moving in,
Taste your lips and feel your skin.
When the time comes, baby don't run, just kiss me slowly.

Oh, I'm not sure what this is gonna go,
But in this moment all I know
Is the skyline, through the window,
The moon above you and the streets below. Baby, don't let go
Hold my breath as you're moving in,
Taste your lips and feel your skin.
When the time comes, baby don't run, just kiss me slowly.

PORQUE MERDA É QUE ME MANDASTE ESTA MÚSICA E DEPOIS FOSTE EMBORA?
sei que já falei de ilusão e mentiras e coisas do género há meses, há anos até. mas ainda não consegui arranjar uma resposta. como é que pode ser tudo tão irreal, tão tudo e depois nada? como é que num dia pode ser a coisa mais perfeita do mundo e no outro, já nem existir? e tudo o que resta é ódio, raiva, desespero.. quase dois anos depois e continuo na mesma. simplesmente não consigo, não consigo. porque eu via a maneira como olhavas para mim, como nunca ninguém tinha feito, a maneira como me ficavas a ver dormir, a maneira como me acordavas. e as coisas que dizias? não consigo. ainda hoje não consegui apagar tudo o que me dizias. mas também não consigo sequer olhar para aquilo. e o quanto choravas enquanto me dizias 'sabes perfeitamente o que sinto por ti, não me faças isto..' sei? sabia? como é que isto pode voltar a ficar assim? como é que depois de tudo, ficou assim? nem um adeus. nem um ponto final. custava muito dizeres acabou? mas não, nem isso. não entendo e não, não me digam para superar. simplesmente não consigo!

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

qual é a melhor maneira de enterrar o passado? "seguir em frente", três pequenas palavras, tão simples de dizer. no entanto, tão difíceis de o fazer. como pode alguém seguir em frente, se todo o passado foi melhor que o presente? se tudo no passado o fez viver? ao contrário deste presente que parece que nunca mais acaba. um presente à espera de um futuro distante, assombroso, mas com esperanças de algo melhor. algo que faça de novo recomeçar uma vida que ficou perdida no tempo. mas como chegamos nós a esse futuro tão distante, tão inalcançável? e o que fazemos agora, para continuarmos à espera dele? ...
uma série de questões percorrem a minha mente, todos os dias. não consigo achar respostas para nenhuma delas. o futuro, é o pior tema. parece tão distante, mas ao mesmo tempo já tão perto. serei capaz de dar o passo? de seguir em frente? só o tempo o dirá. e aconteça o que acontecer, acredito que esteja destinado a sê-lo. acredito que esteja escrito no livro da vida. por isso não, não faço muita coisa para conseguir algo. o que se calhar devia mudar. com o tempo. esse, que nunca pára, que não tem uma linha que separa as suas várias etapas. esse que tanto é agora, como já foi. esse que passa de segundos, a minutos, a horas, a dias, a semanas, a meses, a anos, a décadas. esse que sem nos apercebermos, leva-nos tudo o que pensávamos ser nosso. até nos leva a nós, como nos conhecíamos. esse, esse que é o maior inimigo do Homem, sem este se dar sequer conta. este faz com que não haja presente, nem futuro. e continua a deixar-nos, uma vez mais, o nosso querido passado...

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

não há vontade de dormir à noite. não há vontade de acordar de manhã. não há nada para fazer à noite, nem de manhã. há imensa gente com quem falar à noite, mas ninguém com quem falar de manhã. não há vontade de falar com ninguém nem à noite, nem de manhã. a tarde? esquecida. contando que passe depressa, como tudo basicamente. manhã, tarde, noite. sucessão de momentos, que se tornam dias, semanas, meses, anos. contando que tudo passe depressa. para que? será com a esperança que o futuro seja melhor? ou será com a esperança que tudo acabe depressa, porque nem coragem para meter um ponto final há? só pontos e vírgulas, só reticências. será corajoso ou estúpido demais meter um ponto final? quem sabe. quem sabe se haverá algo melhor depois de um determinante ponto final. quem sabe se não haverá um novo travessão, que se encarregue de nos trazer algo que não nos faça pensar em pontos finais e em pontos de interrogação, mas sim em pontos de exclamação. quem sabe. quem sabe se isto tudo até agora não está entre parênteses. ou mesmo entre aspas. quem sabe se tudo até agora não veio a seguir a dois pontos. e quem sabe se ainda nem um parágrafo completo foi. quem sabe se nada disto importa. quem sabe se as pequenas e insignificantes vírgulas podem fazer muita diferença. ou não. quem sabe.

sábado, 13 de agosto de 2011


sabes quando há uma pessoa que muda tudo? que é tão habitual tê-la, que quando não se tem, tudo parece sem sentido? tudo muda. e é nestes momentos que começo a pensar no que será de mim se eventualmente resolveres partir sem mim. não o podes fazer. todos o fazem, sim. mas tu não. por favor. dissemos que era para sempre, jurámos. fizemos tantos planos para o futuro, para a vida. a nossa vida. sabes que precisas de mim, eu sei disso. mas saberás tu o quanto eu preciso de ti? já perdi tudo o que tinha para perder, não me faças perder a única coisa que ainda restava, a coisa mais importante, nós. uma vez disseste-me que era estranho/mau amar o melhor amigo/a mais que o/a namorado/a. era o que acontecia comigo. eu dava o mundo para te ter sempre do meu lado. mas as coisas são tão complicadas contigo, tão tão complexas. difíceis de entender e difíceis de explicar. mas com tempo vamos lá. já fomos tão perfeitos, tínhamos algo tão especial.. deixa que isso volte. eu estou a tentar! eu tento mais se for preciso. só preciso é de tempo. jurei-te que ia passar o resto da minha vida contigo, não quero que isso mude. jurava-to de novo. apenas tens de deixar as coisas acontecer. nem eu nem tu somos os mesmos que éramos há um ano atrás, isso é certo. nem o sentimento é igual. mas agora que tenho certezas de te querer na minha vida, é que as coisas estão assim. há 5 dias que não me falas. sabes o que isso me está a fazer? sabes o que é mandar todas as noites uma mensagem e não haver resposta? podias-me dizer que não querias falar comigo durante um tempo. mas ao menos tinha algo. não como agora que simplesmente me deixaste de falar mais uma vez. porque é que na minha vida há sempre quem fuja dos problemas em vez de os enfrentar? já chega, a sério. já me fizeste isto uma vez, duas. com esta três. pára e pensa. e pensa no que já passámos. no que ainda temos pela frente. tu mesmo o disseste. tu mesmo disseste que não haverá um fim. e eu preciso disso. mas neste momento preciso que estejas do meu lado. que sejas como eras antes. sem dúvidas, sem um ódio interior que eu não entendo. please, just stay. you're my half. and you know it better than anyone.

domingo, 15 de maio de 2011

I will

I'm here. I love you. I don't care if you need to stay up crying all night long, I will stay with you. If you need the medication again, go ahead and take it - I will love you through that, as well. If you don't need the medication, I will love you too. There's nothing you can ever do to lose my love. I will protect you until you die, and after your death I will still protect you. I am stronger than depression and I am braver than loneliness and nothing will ever exhaust me.

domingo, 8 de maio de 2011

before their eyes - love is misery


nunca te agarres a ninguém. nunca fiques dependente de ninguém. nunca tornes alguém no teu tudo, quando for embora, ficas com nada.
queria perceber o que se passa, o que mudou de um momento para o outro. queria saber o que fiz para isto tudo mudar, para ficar tão estranho. dizes que não há nada para me contar e que és tu que andas mal, apenas. se andasses mal e se não fosse nada comigo, estavas comigo na mesma, como sempre estiveste. mas não, passo dias sem te abraçar, quase que nem te vejo. disseste que não me querias magoar mais.. estás a fazer exactamente o contrário. sinto-me a morrer aos poucos. não quero acordar, não quero adormecer. não quero estar a dormir, não quero estar acordada. não consigo sorrir como se tudo estivesse bem, não sou forte o suficiente para pensar "isto passa". não sou segura o suficiente para pensar que é comigo que estás, e que não queres mais ninguém. não sou segura o suficiente para dizer "she's mine". sinto que sempre que se passa alguma coisa, foi por minha causa, eu não fiz o suficiente. eu não fui boa o suficiente. eu podia ter lá estado para te ajudar a não ficares mal. mas não, porque quando ficas mal, achas melhor simplesmente afastares-te e nem explicação dar. eu não compreendo. juro que não. nunca compreendi, mas é demais agora. magoa-me tanto. todos parecem saber mais de ti do que eu. do que eu.

quarta-feira, 23 de março de 2011

save the world.

é isso. tive mesmo de perder alguém. mas pelo que vou descobrindo, anos depois, não o conhecia assim tão bem. não mesmo. e é triste, claro que sim. mas eu tenho direito a ser feliz! tenho direito a viver uma vez na vida, aquilo que eu sempre quis. e sim, estou feliz. porque a tenho a ela. tenho a pessoa que mais quis até agora. a pessoa que mais me fez sofrer, a pessoa que mais me fez chorar, que mais me fez pensar que não ia aguentar. mas também a pessoa que mais me fez feliz, que mais me fez sorrir e pensar que os desejos se podem realizar, que os sonhos se podem tornar realidade. a pessoa que mais me fez lutar. mas há sempre alguém que vem e se mete no meio. sempre alguém que não tem mais nada para fazer na vida, senão tentar arruinar a felicidade dos outros. estou farta. estou farta de pessoas. estou realmente cansada. será que não vêem que não podem dizer aquilo que querem, não podem fazer o que querem? é o resultado da sociedade em que vivemos. a liberdade de expressão está a ser levada ao extremo. e não pode continuar assim! senão qualquer dia, alguém faz algo que não vão gostar. e depois queixem-se. eu já avisei, uma, duas, uma data de vezes. será que não dá para viver em harmonia? que mundo é este onde nunca nada está bem? onde tem de haver sempre algo a corromper a felicidade? às vezes só queria sair daqui, e ir viver para a floresta. para o meio do nada. onde não há ninguém. a raça humana está a destruir tudo. não só o planeta, não só o que nos rodeia, como a própria raça! estamos a destruir-nos uns aos outros, diariamente. cada vez mais. e parece que ninguém se importa.. save the fucking world, ffs.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

...

fuck it all. não quero mesmo saber de mais nada. para ter um, preciso de ficar sem o outro? que é isto? não entendo mesmo. mas para mim chega. estou tão cansada de tudo ser tão complicado, de tudo ter que ser assim. falas muito, fazes-me pensar que estás mal, mas é impossível estares como eu. será que és incapaz de ver que nunca gostei de ninguém como gostei (gosto) de ti? será que és incapaz de ver que não o posso perder outra vez, porque já o fiz. por ti. será que não és capaz de ver o quanto já fiz, e continuava a fazer, para podermos continuar a ser um nós. desculpa, eu sei que era o que querias, que o deixasse, mais uma vez. mas não o posso fazer, já o magoei de mais, e prometi-lhe que não o faria outra vez. torna-se desumano. e desculpa se me dizes que me amas e eu simplesmente não acredito. desculpa ter razões para isso. estou mesmo farta que me magoes, sempre. tenho medo que o voltes a fazer. não vai acontecer. porque tu não me queres 'partilhar' com alguém que já cá estava antes de ti, e que teve de sair porque se sentiu trocado quando tu chegaste. não vai acontecer porque tu dizes que tentas, que tentaste, mas eu não vi nada. vi apenas as culpas disto tudo ter acontecido serem atiradas ao ar, quando o que se devia fazer era resolver as coisas. vi-te a falar dele, vezes e vezes sem conta. em vez de falares de nós, em vez de falares de ti, em vez de falares de mim! deves ser a pessoa mais estranha que eu já conheci, de sempre. por tempos isso foi bom, era interessante. cada dia descobria mais uma coisinha que me fazia amar-te ainda mais. mas agora o que eu descubro, prefiro nunca ter descoberto, prefiro deixar no desconhecido. mas vais fazer falta. muita falta mesmo. e vais com a ideia que eu não te quis mais quando isso não é nada mais que a mentira. porque eu quis. continuo a querer. apenas as tuas atitudes me fizeram ver que só me ia continuar a magoar, a ouvir o que não queria. mas eu esquecia, eu sei que ia esquecer isso tudo. porque a cabeça ia-me dizer para pôr um ponto final nisto, mas o meu coração não ia deixar, simplesmente. eu sei que é assim. sempre foi. ia continuar a construir algo contigo, algo mais do que aquilo que já tínhamos. o que aconteceu? são tantas as razões, mas não consigo encontrar uma que me fizesse desistir de tudo. eu sei que o fiz, mas mesmo assim estava pronta a voltar, a correr para os teus braços, adormecer com o teu abraço, acordar com o teu beijo. e sei que mais uma vez ia desistir dele, magoá-lo, mais uma vez. mas tenta perceber o meu ponto, não o posso deixar acontecer. e sim, se realmente gostasses de mim, tentavas aceitá-lo, fosse de que maneira fosse. por isso, não acredito mesmo no que dizes, não consigo acreditar mais, mesmo que seja o que me mais quero.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

3 anos

e como se aquele dia, aquela conversa tivesse resolvido tudo (...) bem me disseram que não estava resolvido, estávamos bem novamente, mas ainda não tínhamos ido ao ponto da questão. ao porquê de termos deixado simplesmente de nos dar. mas não interessava, porque dávamo-nos outra vez! era a única coisa que importava no momento, estávamos bem. aquele abraço depois de tanto tempo sem nos falarmos, de tanto tempo passado sem simplesmente nos olharmos, cara na cara. aquele abraço que me fez quase chorar, tu bem viste. e nos dias seguintes foi tudo muito bonito, normal, como sempre tinha sido. mas, agora sorris de longe e continuas (...) queria tanto que tudo fosse diferente. queria que fossemos os dois felizes, seguindo caminhos diferentes mas encontrado-nos a meio, como sempre foi. queria que pudéssemos estar todos juntos num espaço, sem aquele ambiente estranho que fica sempre, até quando estamos separados por algumas pessoas. lembraste de dizer que eras para sempre? vais ser. para sempre. mas aqui dentro. porque parece-me que nada vai voltar a ser como foi. três longos anos , três anos em que mudámos os dois. três anos em que crescemos e aprendemos a ser melhores. três anos de momentos, três anos de memórias, três anos de promessas. e no final é assim que acaba. sei que não é por tua culpa, sei bem que fui eu a causadora disto tudo e sei que não posso remediar nada. mas quero ser feliz, preciso de ser feliz. mas para isso, é isto? se para ser feliz, tenho de passar sem ti, será isso ser feliz? não sei que mais fazer, supostamente "está tudo bem" , mas não está nada bem, nada está bem. apenas queria um quarto do que tivemos, um quarto de ti, menos até. mas não era para sempre? (...) sinto a tua falta, sinto tanto a tua falta. de forma avassaladora, de uma forma que ninguém imagina, ninguém mesmo (...)

sábado, 30 de outubro de 2010

até sempre

deixa-me tão triste pensar que nunca mais irei falar contigo. nunca mais irei ouvir o som da tua voz, ouvir o teu doce sorrir, sentir o teu amor. é por minha culpa, só minha. mas isto é só por ti. para ficares bem, para seres feliz, para poderes amar. passámos tempos tão felizes, fazias-me tão feliz! dizes que te mudei, mas se o fiz foi para pior. porque ao conheceres-me convidaste-me a entrar no teu mundo, para o qual eu entrava e saía, vezes sem conta. e não é isso que mereces. tu mereces alguém que entre e se feche lá dentro. para sempre. foi tanto que me deste em troca de nada. és algo que tantos desejam e tão poucos encontram, e eu simplesmente não pude aceitar. és algo bom demais para ser meu, algo bom demais para ficar comigo. e tu mereces algo de bom. o melhor. e eu nem perto de bom estou, eu faço mal às pessoas, e tu não foste excepção. foste a única pessoa que conhecia o meu sonho, e que me prometeu que o iria realizar. tão especial, foste uma das melhores coisas que me aconteceu. tu sim , conheces-me verdadeiramente. os meus ideais, os meus sonhos, as minhas esperanças. sabes o que mais quero, e o que mais feliz me faz. tu sabias como o fazer. és único e hás-de ser sempre. e por isso me afasto. porque sei que precisas de encontrar alguém que te ame o suficiente para te fazer feliz, para lhe poderes concretizar os seus sonhos! afastei-me uma vez, duas. desta é de vez. queria poder explicar-te ao menos o porquê, mas nem coragem para isso tenho. e sei que me ias ligar assim que te dissesse. e ao ouvir a tua voz não ia aguentar, por isso, para ti isto ficará inacabado, para sempre. mas para mim, esta história acaba aqui. e não vou esquecer. vou guardar para sempre. o som do teu sorrir, todas as promessas, todos os momentos. e para mim isto é um fim. até sempre , Tii ♥

domingo, 10 de outubro de 2010

não.

não consigo dormir, não consigo pensar em mais nada. não consigo comer, o nó na garganta está cá e vai continuar. não tenho forças para me levantar e seguir em frente. quando me disseste aquilo foi como se me tivessem espetado uma faca, bem no coração (...) não pode ser! isto não pode estar a acontecer. as minhas mãos tremem, o nó na garganta fica cada vez mais forte, os olhos enchem-se de lágrimas. isto não.. eu podia aguentar tudo, tudo. menos isto. eu quero tanto, preciso tanto de ser feliz contigo, como já fui. quero mais! ontem a noite estava a correr tão bem! há meses que não te sentia nos meus braços daquela maneira, há meses que não estava contigo daquela maneira. e de repente, choras. e eu não percebo porquê. depois explicas-me e quem chora sou eu. choro tanto, não consigo parar. pedes-me para não chorar, mas é demais para mim, eu não consigo aguentar isto. não consigo mesmo. abraçar-te e pensar que pode ser das últimas vezes que o faço. pensar que já não irei sentir o teu toque. saber que vais continuar a viver, sem mim. eu sem ti. chega, este é o fim. não podes ir embora, não vou conseguir sobreviver sem ti. literalmente (...)

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

felicidade

já fui tão feliz, tão feliz !
como se pudesse andar no ar. até o tempo passava mais depressa, parecia mesmo voar. mas ao passar tão depressa, faz agora pensar em tudo o que me fazia sentir feliz, o que me fazia sentir livre! as mensagens na aula, enviadas por telemóvel, no espaço de duas ou três carteiras; os sorrisos envergonhados que não davam para esconder; a troca de olhares; as bocas que só nós entendíamos. as aulas em que simplesmente me roubavas a mão e não a deixavas até que a campainha avisasse que eram horas de deixar ir, para daí a algum tempo me deixares sem saber o que pensar com tudo o que fazias. ali, no escuro, sem rostos familiares, abraçavas-me o tempo todo, puxavas-me para ti, protegias-me de qualquer coisa que não estivesse à espera. uma palavra para descrever este tempo? era mágico. mas não será a magia uma mera ilusão? foi o que me dei conta meses depois. meses depois daqueles " amo-te " todos. e agora penso nisso e dói. dói mesmo. mas não há nada que possa fazer a não ser continuar a viver. tentar encontrar paz e ser feliz outra vez.

ser feliz.


este texto foi escrito não há muito tempo, no principio de agosto. sei que para algumas pessoas pode ter sido já tempo de deixar de parte, mas é mais forte que eu. queria poder dizer que já não me afecta, mas só ia mentir. vai-me sempre afectar. mais; ou menos. mas vai. em tempos nada do que eu fizesse me fazia "feliz", praticamente nada. tentava enganar os outros, tentava-me enganar a mim própria. mas é altura de pôr uma pedra no assunto e voltar a ser eu. hoje, estou a tentar ser feliz. e estou a conseguir.

noddz, noddz, noddz! ♥ obrigada, a sério.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

silêncio ensurdecedor



ela sussurra, tenta falar e não consegue. continua a sussurrar, quer gritar, mas a voz desapareceu. agarra a garganta num movimento descontrolado, a voz tem de voltar. - tenho que sair daqui - pensa ela - tenho de sair daqui! começa a debater-se no silêncio, na escuridão que a envolve. o silêncio fere-lhe os ouvidos, penetra-lhe na mente. - preciso de sair daqui, preciso de sair daqui. de repente ouve algo. há algo que se mexe nas sombras. agora não quer falar, agora não pode falar. há algo que se aproxima. neste momento, ela pode ouvir o som do seu próprio coração, o seu sangue correr nas veias apressadamente, mais rápido que nunca. algo lhe toca no pé. de repente a sua voz volta, o grito rompe o silêncio e ela grita, grita como nunca. grita como se fosse disso que a sua vida dependesse. calma, não te vou magoar - uma voz assusta-a a ponto de a deixar petrificada. agora já não tens nada a perder - pensa ela - já perdeste tudo! deixa a realidade, refugia-se num mundo só dela. um mundo em que nada é assim, ninguém faz sofrer os outros ao ponto de deixar marcas insaráveis. um mundo em que o arco-íris não acaba, e a dor não existe. um mundo onde a felicidade é eterna e nada a pode cessar. passado algum tempo, acorda desse sonho. minutos, horas, dias depois? já não sabe há quanto tempo se encontra ali, mas não se consegue mexer, não se consegue fazer ouvir. fecha os olhos novamente com a esperança de aparecer alguém. ela não pode fazer nada. nunca mais nada vai ser igual. roubaram-lhe a vida.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

abraço a mentira


num dia igual a tantos outros, acordo, levanto-me da cama e começo a arranjar-me. olho-me ao espelho e já nem me reconheço. a artificialidade da maquilhagem e do cabelo, não basta para não me sentir eu. quero mais, quero modificar tudo. quero ser outra pessoa. estou farta de ser eu, farta de ser como sou, física e mentalmente. ficar quase irreconhecível. é a única coisa que quero neste momento. saio de casa e vou ter com mais um de tantos outros supostos amigos, dizem ter saudades, dizem gostar de mim. quero dizer-lhes para me deixarem em paz, para pararem de dizer aquelas coisas, mas não consigo. é mais forte que eu! algo me diz que tenho que concordar com eles, que tenho que dizer 'eu também'. algo me diz que se eles quiserem vir ter comigo, eu tenho de ir. nesses (longos) dias, vou ter com as pessoas, e quando chega a hora de irem (finalmente) embora, fico mesmo contente. serei assim tão má pessoa? não sei o que se passa. acho que não ia gostar sequer de saber a razão. depois abraçam-me. abraçam-me forte, demoradamente. estou envolta num abraço de mentiras. um abraço que para mim não é nada senão um grito no silêncio que pede para me largarem. mas não reclamo. remeto-me ao silêncio até que por fim acabe. vou para casa, e começa tudo novamente.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

doze de agosto

começou com o nosso comboio a ir embora. a abandonar a estação mesmo diante dos nossos olhos. ficámos tão chateados, pois queríamos estar no porto o mais depressa possível! mas umas três horas depois, lá estávamos nós. saí do comboio e foi instantâneo. olhei e lá estavas tu! recebeste-me com aquele teu abraço tão especial, ao qual já eu me habituei tão bem. são estes momentos de reencontro que me fazem feliz, saber que estás lá quando eu chego, lá quando me vou embora. saber que estás sempre lá. e tal como sempre, os momentos contigo são perfeitos e passam depressa demais. e acabam por chegar ao fim. na hora de voltar para casa, não estava feliz. muito pelo contrário. fiquei tão triste, juro que só me apetecia chorar. saber que só te posso ter de tempos a tempos, saber que passam semanas, às vezes meses sem te ver, parte-me o coração. parte mesmo. doí tanto! agarraste-me na mão e eu não queria largar. não queria largar nunca mais. "eu juro que te amo", foi a única coisa que te consegui dizer. só pensava que quando saísses, eu ia ficar novamente sozinha. como sempre. sempre que não te tenho fico sozinha. posso estar rodeada de pessoas, rodeada de milhões de pessoas, continuo a sentir-me só. sinto-me completamente perdida, nem eu própria me consigo encontrar. mas penso nos nossos momentos e tento afastar os espíritos que me atormentam quando não estás. porque estiveste comigo, e eu estava feliz! realmente feliz. coisa que não acontece nunca, apenas contigo. agora, de regresso a casa, fecho os olhos e revejo as caras de hoje, que lentamente vão passando na minha cabeça. foi um dos melhores dias contigo! e eu quero que todos os meus dias sejam contigo. preciso de ti todos os dias, a toda a hora. és a luz do meu dia, a força que me faz acordar e enfrentar mais um de tantos outros dias.
és a minha vida, literalmente.

"eu juro que te amo", meu mundo!