domingo, 15 de maio de 2011
I will
I'm here. I love you. I don't care if you need to stay up crying all night long, I will stay with you. If you need the medication again, go ahead and take it - I will love you through that, as well. If you don't need the medication, I will love you too. There's nothing you can ever do to lose my love. I will protect you until you die, and after your death I will still protect you. I am stronger than depression and I am braver than loneliness and nothing will ever exhaust me.
domingo, 8 de maio de 2011
before their eyes - love is misery
nunca te agarres a ninguém. nunca fiques dependente de ninguém. nunca tornes alguém no teu tudo, quando for embora, ficas com nada.
queria perceber o que se passa, o que mudou de um momento para o outro. queria saber o que fiz para isto tudo mudar, para ficar tão estranho. dizes que não há nada para me contar e que és tu que andas mal, apenas. se andasses mal e se não fosse nada comigo, estavas comigo na mesma, como sempre estiveste. mas não, passo dias sem te abraçar, quase que nem te vejo. disseste que não me querias magoar mais.. estás a fazer exactamente o contrário. sinto-me a morrer aos poucos. não quero acordar, não quero adormecer. não quero estar a dormir, não quero estar acordada. não consigo sorrir como se tudo estivesse bem, não sou forte o suficiente para pensar "isto passa". não sou segura o suficiente para pensar que é comigo que estás, e que não queres mais ninguém. não sou segura o suficiente para dizer "she's mine". sinto que sempre que se passa alguma coisa, foi por minha causa, eu não fiz o suficiente. eu não fui boa o suficiente. eu podia ter lá estado para te ajudar a não ficares mal. mas não, porque quando ficas mal, achas melhor simplesmente afastares-te e nem explicação dar. eu não compreendo. juro que não. nunca compreendi, mas é demais agora. magoa-me tanto. todos parecem saber mais de ti do que eu. do que eu.
quarta-feira, 23 de março de 2011
save the world.
é isso. tive mesmo de perder alguém. mas pelo que vou descobrindo, anos depois, não o conhecia assim tão bem. não mesmo. e é triste, claro que sim. mas eu tenho direito a ser feliz! tenho direito a viver uma vez na vida, aquilo que eu sempre quis. e sim, estou feliz. porque a tenho a ela. tenho a pessoa que mais quis até agora. a pessoa que mais me fez sofrer, a pessoa que mais me fez chorar, que mais me fez pensar que não ia aguentar. mas também a pessoa que mais me fez feliz, que mais me fez sorrir e pensar que os desejos se podem realizar, que os sonhos se podem tornar realidade. a pessoa que mais me fez lutar. mas há sempre alguém que vem e se mete no meio. sempre alguém que não tem mais nada para fazer na vida, senão tentar arruinar a felicidade dos outros. estou farta. estou farta de pessoas. estou realmente cansada. será que não vêem que não podem dizer aquilo que querem, não podem fazer o que querem? é o resultado da sociedade em que vivemos. a liberdade de expressão está a ser levada ao extremo. e não pode continuar assim! senão qualquer dia, alguém faz algo que não vão gostar. e depois queixem-se. eu já avisei, uma, duas, uma data de vezes. será que não dá para viver em harmonia? que mundo é este onde nunca nada está bem? onde tem de haver sempre algo a corromper a felicidade? às vezes só queria sair daqui, e ir viver para a floresta. para o meio do nada. onde não há ninguém. a raça humana está a destruir tudo. não só o planeta, não só o que nos rodeia, como a própria raça! estamos a destruir-nos uns aos outros, diariamente. cada vez mais. e parece que ninguém se importa.. save the fucking world, ffs.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
...
fuck it all. não quero mesmo saber de mais nada. para ter um, preciso de ficar sem o outro? que é isto? não entendo mesmo. mas para mim chega. estou tão cansada de tudo ser tão complicado, de tudo ter que ser assim. falas muito, fazes-me pensar que estás mal, mas é impossível estares como eu. será que és incapaz de ver que nunca gostei de ninguém como gostei (gosto) de ti? será que és incapaz de ver que não o posso perder outra vez, porque já o fiz. por ti. será que não és capaz de ver o quanto já fiz, e continuava a fazer, para podermos continuar a ser um nós. desculpa, eu sei que era o que querias, que o deixasse, mais uma vez. mas não o posso fazer, já o magoei de mais, e prometi-lhe que não o faria outra vez. torna-se desumano. e desculpa se me dizes que me amas e eu simplesmente não acredito. desculpa ter razões para isso. estou mesmo farta que me magoes, sempre. tenho medo que o voltes a fazer. não vai acontecer. porque tu não me queres 'partilhar' com alguém que já cá estava antes de ti, e que teve de sair porque se sentiu trocado quando tu chegaste. não vai acontecer porque tu dizes que tentas, que tentaste, mas eu não vi nada. vi apenas as culpas disto tudo ter acontecido serem atiradas ao ar, quando o que se devia fazer era resolver as coisas. vi-te a falar dele, vezes e vezes sem conta. em vez de falares de nós, em vez de falares de ti, em vez de falares de mim! deves ser a pessoa mais estranha que eu já conheci, de sempre. por tempos isso foi bom, era interessante. cada dia descobria mais uma coisinha que me fazia amar-te ainda mais. mas agora o que eu descubro, prefiro nunca ter descoberto, prefiro deixar no desconhecido. mas vais fazer falta. muita falta mesmo. e vais com a ideia que eu não te quis mais quando isso não é nada mais que a mentira. porque eu quis. continuo a querer. apenas as tuas atitudes me fizeram ver que só me ia continuar a magoar, a ouvir o que não queria. mas eu esquecia, eu sei que ia esquecer isso tudo. porque a cabeça ia-me dizer para pôr um ponto final nisto, mas o meu coração não ia deixar, simplesmente. eu sei que é assim. sempre foi. ia continuar a construir algo contigo, algo mais do que aquilo que já tínhamos. o que aconteceu? são tantas as razões, mas não consigo encontrar uma que me fizesse desistir de tudo. eu sei que o fiz, mas mesmo assim estava pronta a voltar, a correr para os teus braços, adormecer com o teu abraço, acordar com o teu beijo. e sei que mais uma vez ia desistir dele, magoá-lo, mais uma vez. mas tenta perceber o meu ponto, não o posso deixar acontecer. e sim, se realmente gostasses de mim, tentavas aceitá-lo, fosse de que maneira fosse. por isso, não acredito mesmo no que dizes, não consigo acreditar mais, mesmo que seja o que me mais quero.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
3 anos
e como se aquele dia, aquela conversa tivesse resolvido tudo (...) bem me disseram que não estava resolvido, estávamos bem novamente, mas ainda não tínhamos ido ao ponto da questão. ao porquê de termos deixado simplesmente de nos dar. mas não interessava, porque dávamo-nos outra vez! era a única coisa que importava no momento, estávamos bem. aquele abraço depois de tanto tempo sem nos falarmos, de tanto tempo passado sem simplesmente nos olharmos, cara na cara. aquele abraço que me fez quase chorar, tu bem viste. e nos dias seguintes foi tudo muito bonito, normal, como sempre tinha sido. mas, agora sorris de longe e continuas (...) queria tanto que tudo fosse diferente. queria que fossemos os dois felizes, seguindo caminhos diferentes mas encontrado-nos a meio, como sempre foi. queria que pudéssemos estar todos juntos num espaço, sem aquele ambiente estranho que fica sempre, até quando estamos separados por algumas pessoas. lembraste de dizer que eras para sempre? vais ser. para sempre. mas aqui dentro. porque parece-me que nada vai voltar a ser como foi. três longos anos , três anos em que mudámos os dois. três anos em que crescemos e aprendemos a ser melhores. três anos de momentos, três anos de memórias, três anos de promessas. e no final é assim que acaba. sei que não é por tua culpa, sei bem que fui eu a causadora disto tudo e sei que não posso remediar nada. mas quero ser feliz, preciso de ser feliz. mas para isso, é isto? se para ser feliz, tenho de passar sem ti, será isso ser feliz? não sei que mais fazer, supostamente "está tudo bem" , mas não está nada bem, nada está bem. apenas queria um quarto do que tivemos, um quarto de ti, menos até. mas não era para sempre? (...) sinto a tua falta, sinto tanto a tua falta. de forma avassaladora, de uma forma que ninguém imagina, ninguém mesmo (...)
sábado, 30 de outubro de 2010
até sempre
deixa-me tão triste pensar que nunca mais irei falar contigo. nunca mais irei ouvir o som da tua voz, ouvir o teu doce sorrir, sentir o teu amor. é por minha culpa, só minha. mas isto é só por ti. para ficares bem, para seres feliz, para poderes amar. passámos tempos tão felizes, fazias-me tão feliz! dizes que te mudei, mas se o fiz foi para pior. porque ao conheceres-me convidaste-me a entrar no teu mundo, para o qual eu entrava e saía, vezes sem conta. e não é isso que mereces. tu mereces alguém que entre e se feche lá dentro. para sempre. foi tanto que me deste em troca de nada. és algo que tantos desejam e tão poucos encontram, e eu simplesmente não pude aceitar. és algo bom demais para ser meu, algo bom demais para ficar comigo. e tu mereces algo de bom. o melhor. e eu nem perto de bom estou, eu faço mal às pessoas, e tu não foste excepção. foste a única pessoa que conhecia o meu sonho, e que me prometeu que o iria realizar. tão especial, foste uma das melhores coisas que me aconteceu. tu sim , conheces-me verdadeiramente. os meus ideais, os meus sonhos, as minhas esperanças. sabes o que mais quero, e o que mais feliz me faz. tu sabias como o fazer. és único e hás-de ser sempre. e por isso me afasto. porque sei que precisas de encontrar alguém que te ame o suficiente para te fazer feliz, para lhe poderes concretizar os seus sonhos! afastei-me uma vez, duas. desta é de vez. queria poder explicar-te ao menos o porquê, mas nem coragem para isso tenho. e sei que me ias ligar assim que te dissesse. e ao ouvir a tua voz não ia aguentar, por isso, para ti isto ficará inacabado, para sempre. mas para mim, esta história acaba aqui. e não vou esquecer. vou guardar para sempre. o som do teu sorrir, todas as promessas, todos os momentos. e para mim isto é um fim. até sempre , Tii ♥
domingo, 10 de outubro de 2010
não.
não consigo dormir, não consigo pensar em mais nada. não consigo comer, o nó na garganta está cá e vai continuar. não tenho forças para me levantar e seguir em frente. quando me disseste aquilo foi como se me tivessem espetado uma faca, bem no coração (...) não pode ser! isto não pode estar a acontecer. as minhas mãos tremem, o nó na garganta fica cada vez mais forte, os olhos enchem-se de lágrimas. isto não.. eu podia aguentar tudo, tudo. menos isto. eu quero tanto, preciso tanto de ser feliz contigo, como já fui. quero mais! ontem a noite estava a correr tão bem! há meses que não te sentia nos meus braços daquela maneira, há meses que não estava contigo daquela maneira. e de repente, choras. e eu não percebo porquê. depois explicas-me e quem chora sou eu. choro tanto, não consigo parar. pedes-me para não chorar, mas é demais para mim, eu não consigo aguentar isto. não consigo mesmo. abraçar-te e pensar que pode ser das últimas vezes que o faço. pensar que já não irei sentir o teu toque. saber que vais continuar a viver, sem mim. eu sem ti. chega, este é o fim. não podes ir embora, não vou conseguir sobreviver sem ti. literalmente (...)
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